Realizações Diárias: por que sou tão cafona?

Realizações Diárias: por que sou tão cafona?

Nossa, quando eu releio alguns antigos poemas que escrevi lá do fundo da alma… Sempre preciso parar e tomar um fôlego no meio da leitura. Como eu sou cafona. Eu sempre fui. Sempre serei. Ah, mas todos os românticos são, em parte, cafonas. Todos os depressivos também. Os poetas… Nem me fale.

Que culpa eu tenho? Minha única vantagem é ser uma romântica fatalista: os sonhos vêm soando e eu destruo tudo no mesmo minuto. Eles voltam, mas eu ando sempre com meu estilingue de realidade: um, dois, três. Lá se vão os sonhos voadores, apedrejados. Quatro, cinco, seis. Todos no chão.

Há uns dias minha mãe vem reclamando que eu não marquei meu psiquiatra. Já não nos vemos há uns três meses. Algumas pessoas falam com toda a alegria que vão ao psiquiatra. Bizarro.

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Doçuras e o sentido da vida

Doçuras e o sentido da vida

De uma coisa eu tenho certeza nessa vida: eu não sei o meu propósito. Acho que nem todos sabem o seu. Alguns deixam a inquietação de lado no consultório do psiquiatra, outros deixam-na para trás depois da adolescência e muitos acabam indo para o túmulo com todas as suas. Acho que esse será o meu futuro também. Eu sempre fui fatalista… Fazer o quê?

Mas eu queria mais doçuras nessa vida. Mais amores, mais alegrias. Mais noites fora de casa, nas ruas, no teatro lindo, com os amigos que o meu coração nunca imaginou que amaria, mas ama. São alguns dos desejos naturais da vida, mesmo quando o sentido da mesma seja desconhecido.

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A Primeira Postagem

A Primeira Postagem

Estou criando este blog de forma bastante despretensiosa porque não sei muito bem o que quero com a criação do mesmo. Se pudesse, eu escreveria mais em português, porém eu não consigo simplesmente colocar meu blog HeartBeatsBlue, praticamente todo em inglês, em segundo plano depois de tanto tempo, independente do fato dele ser um site relativamente pequeno. Traduzir tudo, reescrever as mesmas coisas ou filtrar certos pensamentos para um blog, deixando sentimentos para outro, também não parece correto e não é algo que eu gostaria de fazer. Gosto de ser fiel a quem sou, mesmo quando não sei o que está acontecendo comigo e todos em volta. Obrigada, Vinícius, por dizer que eu deveria criar uma página somente em português. O WordPress por si só já não possui um número de usuários lusófonos muito grande, pelo menos que sejam ativos… Então, em partes, é legal saber que sou uma das mais novas dos poucos autores daqui.

O próprio HBB começou sem razão e sentido concretos. Foi como… uma linda gravidez poética totalmente inesperada. Na época, as grandes pessoas da minha vida não falavam português, então escrever numa língua que meus “leitores” não conheciam estava fora de questão. Seria, no mínimo, tolice. Parte do meu primeiro blog também traz traduções e reinvenções de poemas brasileiros e portugueses, letras de músicas e afins. Fora que eu sempre faço questão de mencionar meu Brasil e minha Manaus, essa metrópole amazônica, uma joia esquecida no meio da maior e mais bela floresta do mundo.

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